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AÇOUGUE DO PAULÃO

PAULÃO ROCK'N'ROLL-Um genuíno rock-heroe

DIA 06 DE FEVEREIRO, SÁBADO

NA VILA CULTURAL CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS (R.JOÃO PESSOA, 103 - LONDRINA-PR)

22 horas
R$ 5,00
 
COM AS BANDAS
MODA FOCA
FLAT BLACK
PACK
 
+ DISCOTECAGEM
DJ AXCEL
E PAULÃO ROCK 'N' ROLL

 

 

Patrocínio da Vila: PROMIC

Do Blog de Maurício Arruda Mendonça .O londrinense Paulo César Troiano é uma verdadeira lenda vida. Um genuíno rock-heroe. Ícone absoluto, ele é mais conhecido pelo nome de Paulão Rock’n’Roll. Paulão é, sem dúvida, um dos maiores conhecedores de rock do país, e figura única no universo radiofônico brasileiro. Entre as suas façanhas está a organização do show “Colher de Chá”, em Cambé, o Woodstock norte-paranaense que contou com uma apresentação dos Mutantes. Seu antológico programa de rádio “Azylo Hotel” ficou 20 anos no ar tocando rock, metal e blues, temperados com sua locução e estilo veloz e envolvente. Desde janeiro ele está de volta com seu “Azylo Hotel” desta vez na internet pela Rádio Sercomtel. Em 2006 encarei o monstro-sagrado do rock e realizei um entrevista informal. Foi uma conversa agradável na qual ele ainda teve a gentileza de me pagar um Irish Coffee. Publico agora em caráter inédito os melhores momentos desse papo memorável. Som na caixa

Leia mais:

http://epigrafias.blogspot.com/2009/04/paulao-rock-heroe.html

 

e saiu ontem entrevista no JL do Briguet com o Márião

MÁRIO BORTOLOTTO, O RETORNO

Recuperando-se em casa, dramaturgo londrinense concede entrevista ao JL. Ele pretende escrever um romance sobre a sua vida nos três últimos anos

02/02/2010 | 08:49 | Paulo Briguet
  • Mário Bortolotto diz que o seu anjo da guarda desviou a quarta bala dirigida a ele na madrugada de 5 de dezembro, durante um assalto ao bar do Espaço Parlapatões, na Praça Roosevelt, em São Paulo. Era para ser o tiro de misericórdia; pegou de raspão. Mas Bortolotto contava com outros anjos: os amigos que tiveram a presença de espírito de colocá-lo no camburão da polícia, em vez de esperar a chegada da ambulância, atitude que foi decisiva para que o dramaturgo chegasse com vida à Santa Casa de Misericórdia.

Ficou internado por 23 dias, dois deles entre a vida e a morte. Do período que passou em coma, não se lembra de ter visto a luz: viu apenas o rosto do ator Paulo César Peréio, um amigo querido, depois transformado nas faces do ditador Josef Stálin e do Príncipe Valente. Como se vê, o santo protetor dos escritores tem um humor meio sarcástico.

Bortolotto – londrinense do Jardim do Sol, autor de mais de 50 peças teatrais, diretor, ator, iluminador, cenógrafo, cantor de rock e blogueiro – está vivo, bem vivo, com duas balas (“de souvenir”) no corpo, um braço ainda na tipoia, dores nas costas e planos na cabeça. Além do anjo de guarda – que dorme em serviço, mas trabalha bem quando acorda – e dos camaradas que estavam por perto no dia do incidente, Mário contou com as orações e mentalizações de inúmeros amigos, leitores e admiradores. Em São Paulo e Londrina, eles se reuniram para torcer pela recuperação do dramaturgo. Na Vila Cemitério de Automóveis, na semana após o incidente, leram poemas e trechos de peças, cantaram músicas do autor.

Ao contrário do que podem imaginar alguns apressados, o principal tema nas peças de Mário Bortolotto não é a violência. É a solidão. Se serviu para alguma coisa, o episódio de dezembro mostrou que Mário Bortolotto não está sozinho: há muitas pessoas que, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, gostam do trabalho que ele faz e esperam que esse trabalho evolua sempre.

Ex-seminarista, Mário Bortolotto acredita em Deus e agradece aos que rezaram por ele. Quando enviei a entrevista desta página a Mário, por e-mail, comecei citando um poema de Charles Bukowski, uma de suas grandes influências, na tradução de Rodrigo Garcia Lopes: “um bom poema é algo que / te permite andar pelas ruas da morte, / um bom poema pode fazer a morte / derreter feito manteiga, / um bom poema pode enquadrar a agonia e / pendurá-la na parede”.

Mário Bortolotto andou pelas ruas da morte, mas voltou para escrever mais peças e poemas. Alguém aí sabe o nome do santo que protege os escritores? “Escritores não existem para ser detestados”

Do que um bom poema ou uma boa peça precisam para valer a pena?

Bom, precisa ser bem escrito em primeiro lugar. E precisa ter verdade, é claro.

O que você planeja escrever nos próximos meses – teatro, poesia, romance? De que forma o episódio de dezembro poderá influenciar a sua obra?

Diretamente eu espero que de maneira nenhuma. Mas subliminarmente não há como evitar. Foi uma experiência bastante hardcore. Quero escrever um pouco de tudo, mas tô muito a fim de escrever um novo romance, mais precisamente sobre os três ou quatro últimos anos de furacão que vivi. Meu último texto para teatro é o “Música para ninar dinossauros” que estréia dia 18 de Março como convidado do Festival de Curitiba.

Com o passar do tempo, você vê linha evolutiva na sua dramaturgia? Quais foram as peças mais bem resolvidas artisticamente? E o que você gostaria de reescrever?

Percebo sim. “Homens, santos e desertores” e “Uma pilha de pratos na cozinha” são muito mais bem resolvidas dramaturgicamente. E eu não quero reescrever nada. Quero escrever coisas novas.

Você é ator, diretor, iluminador, poeta, dramaturgo e cantor. De que forma essas atividades influenciam umas às outras? Qual é a mais essencial – e por quê?

Sou essencialmente um escritor. O resto vem da necessidade de me divertir e de usar como veículo para o que escrevo.

Como nascem as suas peças – a partir de uma imagem, de uma frase, de uma situação, de um personagem? O seu processo criativo mudou com o tempo?

De tudo isso aí que você falou. Meu processo criativo é o mesmo. Digamos que eu só apurei com o tempo.

A pessoa sai de Londrina, mas Londrina não sai da pessoa. Como a cidade ainda influencia a sua obra?

Sempre vai me influenciar. Fui gestado e passei grande parte da minha vida em Londrina. E me sinto de certa forma privilegiado por isso, principalmente por ter vivido minha juventude em Londrina nos anos 80, quando a cidade estava em ponto de bala culturalmente. Londrina era muito foda.

Quais os principais autores que você descobriu nos últimos anos. Como eles influenciaram suas escolhas temáticas e artísticas?

Dos últimos anos vou citar dois: Raymond Carver e Cormac McCarthy. Eu nunca sei o quanto cada autor me influencia. Só depois que leio o que escrevi é que sinto a presença deles.

Quais autores consagrados você detesta? E quais autores detestados você consagra?

Eu não detesto ninguém, simplesmente não leio um autor que não gosto. Não preciso detestar. Escritores não existem para ser detestados. Existem para ser lidos ou não.

Qual o papel da música – em especial do rock e do blues – na sua criação literária?

Eu faço rock and roll o tempo inteiro. Quando escrevo estou fazendo rock and roll.

Quais os temas que você ainda não abordou e gostaria de abordar no teatro e na poesia?

Não sei. Não consigo pensar em nada. Se quero escrever sobre algo, escrevo. Ainda tenho essa liberdade.

 



Escrito por christine vianna às 13h13
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Roberto Piva, um dos grande s poetas vivos no Brasil está internado. Piva não tem plano de saúde, tem 73 anos de poesia e vida experimental e sofre de Mal de Parkinson. Quem puder ajudar com dinheiro é só depositar:

Banco: Itau

Agência: 0036

Conta: 20592-0

CPF: 565.802.828/00

Convocação Reunião extraordinária - Conselho Municipal de Cultura

dia 29/01/2010, sexta-feira  às  18h15, em primeira convocação,

e  às 18h30, em segunda e última convocação,  na Secretaria Municipal de Cultura, com a pauta única:

 ·     Editais - PROMIC

e a Próxima reunião é dia 05 de fereriro - 8h15 e 8h30 segunda chamada (Praça primiero de maio, 110)

 



Escrito por christine vianna às 18h40
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De 26 a 28 de janeiro, sempre a meia noite,  na Vila Cultural Cemitério de Automóveis (Rua João Pessoa, 103)

apresentação Revisitando Itamar Assunção

com o Grupo AARPA

R$6,00 e R$3,00 (professores também pagam meia)

Uma das letras que compõe a apresentação"

"Devia ser proibido
Uma saudade tão má
De uma pessoa tão boa
Falar, gritar, reclamar
Se a nossa voz não ecoa
Dizer não vou mais voltar
Sumir pelo mundo afora
Alguém com tudo pra dar
Tirar o seu corpo fora
Devia ser proibido
Estar do lado de cá
Enquanto a lembrança voa
Reviver, ter que lembrar
E calar por mais que doa
Chorar, não mais respirar (ar)
Dizer adeus, ir embora
Você partir e ficar
Pra outra vida, outra hora
Devia ser proibido…

A Atrito Art comunica que está comercializando cinco títulos de Mário Bortolotto.            
   Quem não mora em Londrina pode solicitar os livros via e-mail: atritoart@sercomtel.com.br
                           Não será cobrada taxa de envio.


ATIRE NO DRAMATURGO: R$35,00
DOZE PEÇAS DE MÁRIO BORTOLOTTO: R$45,00
SETE PEÇAS DE MÁRIO  BORTOLOTTO: R$45,00
CEMITÉRIO EM CENA: R$35,00
GUTEMBERG BLUES: R$90,00

capa de Carlos Carah                                                      Capa: Márcio Américo                                Capa: Márcio Américo
e Dia 13 de fevereiro, 22 horas  a banda BACALHAU SAMBA ROCK CLUB

 

volta com muito swing e energia à Vila Cultural Cemitério de Automóveis (Rua João Pessoa, 103)

Quem esteve no espaço ontem sabe que vale a pena. Os meninos são muito bons.

Quem são os meninos?

Maurício Werner: Vocais e percussão
Álvaro Oliveira: Vocais, guitarra e violão
Eik Sorgi: Vocais e percussão
Junior Ribeiro: Baixo

Sobre  a banda: 
Ingredientes que não faltam ao Bacalhau Samba Rock Club. Uma união de amigos que se transformou em correria devido aos vários shows que essa galera realiza em Londrina desde 2008. Amantes do Samba Rock bebem na fonte dos mestres do gênero como Jorge Ben, Clube do Balanço e Trio Mocotó.
Admiradores dos ritmos nordestinos não deixam de interpretar clássicos de João do Vale e Luiz Gonzaga. Pode ter certeza, Bacalhau Samba Rock Club faz da vida uma grande festa e convida à todos a mexar as cadeiras e desfrutar do que a vida tem de melhor: o amor.
R. João Pessoa, 103 (entre Quintino e J.K)

Patrocínio da Vila: PROMIC
Apoio: Usina Sonora

 



Escrito por christine vianna às 15h45
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22 de janeiro, sexta, 23 horas

PAULÃO ROK 'N' ROLL & HUGÃO
comandam a discotecagem rock'n'roll
R$3,00
Na Vila Cultural Cemiterio de Automóveis
R. João Pessoa, 103 (entre Quintino e J.K)
********************************
e dia 24/01 - domingo
BACALHAU SAMBA ROCK CLUB
Muito swing e energia. 
18 horas - R$5,00 (ingresso promocional)
Ingredientes que não faltam ao Bacalhau Samba Rock Club. Uma união de amigos que se transformou em correria devido aos vários shows que essa galera realiza em Londrina desde 2008. Amantes do Samba Rock bebem na fonte dos mestres do gênero como Jorge Ben, Clube do Balanço e Trio Mocotó.
Admiradores dos ritmos nordestinos não deixam de interpretar clássicos de João do Vale e Luiz Gonzaga. Pode ter certeza, Bacalhau Samba Rock Club faz da vida uma grande festa e convida à todos a mexar as cadeiras e desfrutar do que a vida tem de melhor: o amor.
Integrantes:
Maurício Werner: Vocais e percussão
Álvaro Oliveira: Vocais, guitarra e violão
Eik Sorgi: Vocais e percussão
Junior Ribeiro: Baixo
e mais intervenções cênicas,  discotecagem brazuca, quitutes da nega
Na Vila Cultural Cemiterio de Automóveis
R. João Pessoa, 103 (entre Quintino e J.K)


Patrocínio da Vila: PROMIC
Apoio: Usina Sonora



Escrito por christine vianna às 19h20
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DISCOTECAGEM ROCK 'N'  ROLL

PAULÃO ROK 'N' ROLL & HUGÃO

comandam a discotecagem rock'n'roll

sexta, dia 22 de janeiro a  partir das 23 horas

R$3,00

 

e domingo, dia 24 de janeiro

Muito swing e energia com a banda BACALHAU SAMBA ROCK

Ingredientes que não faltam ao Bacalhau Samba Rock Club. Uma união de amigos que se transformou em correria devido aos vários shows que essa galera realiza em Londrina desde 2008. Amantes do Samba Rock bebem na fonte dos mestres do gênero como Jorge Ben, Clube do Balanço e Trio Mocotó.
Admiradores dos ritmos nordestinos não deixam de interpretar clássicos de João do Vale e Luiz Gonzaga. Pode ter certeza, Bacalhau Samba Rock Club faz da vida uma grande festa e convida à todos a mexar as cadeiras e desfrutar do que a vida tem de melhor: o amor.

Integrantes:
Maurício Werner: Vocais e percussão
Álvaro Oliveira: Vocais, guitarra e violão
Eik Sorgi: Vocais e percussão
Junior Ribeiro: Baixo

e mais intervenções cênicas,  discotecagem brazuca, quitutes da nega

R$5,00 (ingresso promocional)

Na Vila Cultural Cemiterio de Automóveis

R. João Pessoa, 103 (entre Quintino e J.K)

 
Patrocínio da Vila: PROMIC

Apoio: Usina Sonora

 



Escrito por christine vianna às 16h10
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SAMBA DE GARAGEM

 



Escrito por christine vianna às 19h57
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Errar é humano, mas persistir no erro é burrice... ou Sandices...

O Edital do Promic saiu dia 15. Tal qual o anterior. Apesar de toda manifestação da comunidade cultural e ainda acrescentaram um item de que o proponente também tem que encaminhar anuência para seu próprio projeto, ou seja, para si próprio. Sandice. Será que eles pensam que o próprio proponente vai se passar pra trás, vai mudar o valor que talvez receba? Tá demais hein! Só falta mesmo "na área de  literatura" pedir anuência para os possíveis compradores dos livros, aí fica completo. As regras deveriam ser para o bom funcionamento do fomento cultural e não para desestruturá-lo. Esse tipo de documentação que passou a ser exigência deste Edital do Projetos Independentes não acrescenta nada, anuências somente as essenciais ao desenvolvimento do projeto, por exemplo: vou montar um espetáculo com o texto do Bortolotto e direção do Paulo de Moraes, eles precisam concordar, mas o técnico, a costureira, o montador, o eletrecista... poxa pessoal, o projeto pode escolher depois do projeto pois é uma mão de obra que possui grande oferta.

Enfim, respondendo à cobrança da área de literatura vamos pedir uma reunião extraordinária do Conselho e esclarecer alguns pontos como:

A Comissão, embora indicada pelo Conselho de Cultura,  por melhor que seja não representa as áreas e portanto não pode indivuidualmente interferir e principalmente mudar as regras de um Edital. Isto cabe à Conferência e ao Conselho.

 

 



Escrito por christine vianna às 14h43
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Nosso grande brother e um dos maiores escritores brasileiros

lança hoje, dia 15 de janeiro, às 20 horas o Livro de Contos "Londrinenses" do Projeto "Histórias de Londrina".

O livro sai pela editora Electra/kan do competente Marcos Losnak.

Onde? Na Biblioteca Pública Municipal - Rio de Janeiro, 413

Somente R$5,00

Patrocínio: Promic

 



Escrito por christine vianna às 14h53
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Nosso grande brother e um dos maiores escritores brasileiros

lança amanhã, dia 15 de janeiro, às 20 horas o Livro de Contos "Londrinenses" do Projeto "Histórias de Londrina".

O livro sai pela editora Electra/kan do competente Marcos Losnak.

Onde? Na Biblioteca Pública Municipal - Rio de Janeiro, 413

Patrocínio: Promic

Foto de Carllos Boselli

********************

E hoje a meia noite aqui na Vila Cultural Cemitério de Automóveis (Rua João Pessoa, 103)

apresentação Revisitando Itamar Assunção

com o Grupo AARPA

R$10,00 e R$3,00

Uma das letras que compõe a apresentação"

"Devia ser proibido
Uma saudade tão má
De uma pessoa tão boa
Falar, gritar, reclamar
Se a nossa voz não ecoa
Dizer não vou mais voltar
Sumir pelo mundo afora
Alguém com tudo pra dar
Tirar o seu corpo fora
Devia ser proibido
Estar do lado de cá
Enquanto a lembrança voa
Reviver, ter que lembrar
E calar por mais que doa
Chorar, não mais respirar (ar)
Dizer adeus, ir embora
Você partir e ficar
Pra outra vida, outra hora
Devia ser proibido…



Escrito por christine vianna às 18h49
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A Atrito Art comunica que está comercializando cinco títulos de Mário Bortolotto.            
   Quem não mora em Londrina pode solicitar os livros via e-mail: atritoart@sercomtel.com.br
                           Não será cobrada taxa de envio.


ATIRE NO DRAMATURGO: R$35,00
DOZE PEÇAS DE MÁRIO BORTOLOTTO: R$45,00
SETE PEÇAS DE MÁRIO  BORTOLOTTO: R$45,00
CEMITÉRIO EM CENA: R$35,00
GUTEMBERG BLUES: R$90,00

 



Escrito por christine vianna às 17h22
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Produtores Culturais de Londrina - Atenção

Provavelmente o Edital do Promic/Indpendentes seja lançado dia 15 do corrente mês. 

Para aqueles que desejam inscrever projetos na área de literatura (publicação de livros) seria interessante ir providenciando as anuências dos possíveis compradores dos livros e também a forma de pagamento (cheque, cartão, dinheiro ou espécie).   Esta vai ser a próxima e mais nova criação, digo, exigência do Edital. Brincadeirinha...

 

 



Escrito por christine vianna às 15h55
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A Atrito Art comunica que está comercializando cinco títulos de Mário Bortolotto.            
   Quem não mora em Londrina pode solicitar os livros via e-mail: atritoart@sercomtel.com.br
                           Não será cobrada taxa de envio.


ATIRE NO DRAMATURGO: R$35,00
DOZE PEÇAS DE MÁRIO BORTOLOTTO: R$45,00
SETE PEÇAS DE MÁRIO  BORTOLOTTO: R$45,00
CEMITÉRIO EM CENA: R$35,00
GUTEMBERG BLUES: R$90,00


Escrito por christine vianna às 12h32
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Você, de quem nunca estou distante
sam shepard


Não consigo lembrar de como era antes de conhecer você. Será que sempre fui como sou hoje? Lembro-me de estar perdido. Tenho certeza disso. Vagando. Indo de uma mulher para outra. Ficando, às vezes, apenas o tempo suficiente para compreender que a perplexidade delas era maior que a minha. Pelo menos era o que parecia. Mas não me lembro de me sentir tão nervoso antes, tão desgastado. Eu as observava de uma certa distância, tomando banho de esponja em suas pias, raspando bolas negras com lâminas de barbear, movendo-se como rainhas em câmara lenta. Então, elas se transformavam nas garotas de antigamente, com risadinhas nervosas e dobrando as pernas longas sob o corpo. O modo como andavam com passos macios com os saltos altos e depois sacudiam o cabelo como os cavalos agitam as caudas.
Mas de você, não guardo nenhuma distância. A cada movimento seu, sinto como se viajasse em sua pele. Cada olhar seu para fora da janela é como se estivesse completamente sozinha e sonhando com outros tempos. Não adianta balançar meus braços, acenando. Agora, tudo está ao contrário



Escrito por christine vianna às 03h03
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Lobo solitário (Edvaldo Santana)

Dizem as más linguas que eu continuo o mesmo

Segundo a esmo por aí a míngua

Como um guerrilheiro cheio de filosofia

Com a fantasia de um marinheiro
        
Sou o que sou um  lobo solitario procurando amor

Sou o que sou um bicho na cidade procurando amor

Dizem por aí que até perdi o tino

Que sigo sem destino sem dogma e sem fé

Que eu não tenho objetivo que eu não casei ainda

Que eu ando muito louco por aí a pé

Sou o que sou um lobo solitário procurando amor

Sou o que sou um bicho na cidade procurando amor

Falam que pra mim o sinal está fechado

Que sou muito ansioso chego sempre atrasado

Que eu não vou dar em nada que sou muito arrogante

Um cavaleiro errante na madrugada
        
Sou o que sou um  lobo solitario procurando amor

Sou o que sou um bicho na cidade procurando amor



Escrito por christine vianna às 02h56
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Fiquem ligados:

5º  Hellveillon

1 e 2 de janeiro

na Vila Cultural Cemitério de Automóveis, é claro! Rua João Pessoa, 103 - Londrina-PR

R$10,00 por noite

a partir das 23 horas

Pessoal, essa é uma das melhores festa que acontecem no Cemitério. É realmente muito boa!

O som é dos melhores, as mulheres lindas, os homens uns gatos e a cerveja muito gelada.

com:

AS DIABATZ (CRT)

THE BROW VAMPIRE CATZ (LD)

CRAZY HORSES (LD)

CWBILLYS (CRT)

BILLY BASTARDOS (LD)

PSYCHODELIC JUNGLE (CRT)

Apoio:

Sete Copas

Audio Pro(43) 3345-1379

HAMADA tATTOO

Hotel Coroados:3315-5500

Restaurante Tá em Casa

Convites Antecipados: MTE SHATESHOP - Rua Piauí, 877  (43)3027-1825

Patrocínio da Vila: PROMIC

___________

A Atrito Art comunica que está comercializando cinco títulos de Mário Bortolotto.            
   Quem não mora em Londrina pode solicitar os livros via e-mail: atritoart@sercomtel.com.br
                           Não será cobrada taxa de envio.


ATIRE NO DRAMATURGO: R$35,00
DOZE PEÇAS DE MÁRIO BORTOLOTTO: R$45,00
SETE PEÇAS DE MÁRIO  BORTOLOTTO: R$45,00
CEMITÉRIO EM CENA: R$35,00
GUTEMBERG BLUES: R$90,00

capa de Carlos Carah                                                      Capa: Márcio Américo                                Capa: Márcio Américo

E de 11 a 15 de janeiro de 2010

meia noite,  na Vila Cultural Cemitério de Automóveis (Rua João Pessoa, 103)

apresentação Revisitando Itamar Assunção

com o Grupo AARPA

R$6,00 e R$3,00

Uma das letras que compõe a apresentação"

"Devia ser proibido
Uma saudade tão má
De uma pessoa tão boa
Falar, gritar, reclamar
Se a nossa voz não ecoa
Dizer não vou mais voltar
Sumir pelo mundo afora
Alguém com tudo pra dar
Tirar o seu corpo fora
Devia ser proibido
Estar do lado de cá
Enquanto a lembrança voa
Reviver, ter que lembrar
E calar por mais que doa
Chorar, não mais respirar (ar)
Dizer adeus, ir embora
Você partir e ficar
Pra outra vida, outra hora
Devia ser proibido…



Escrito por christine vianna às 13h17
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